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Apoio

A pesquisa realizada em longo prazo em um país com sérias restrições econômicas como o Brasil toma muito tempo, energia e deve contar com diferentes fontes de apoio logístico de financeiro. Desde 1995 houve um considerável apoio de Organizações Não Governamentais (ONGs), Agências de Fomento (AF) e Empresas Privadas (EP) para que a pesquisa desenvolvida com cetáceos no Estado de São Paulo pela nossa equipe se tornasse robusta a ponto de estabelecer um Laboratório exclusivo voltado ao estudo e à conservação de mamíferos aquáticos.

 

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A ONG Cetacean Society International (CSI) foi responsável por fazer decolar os primeiros esforços de pesquisa em Cananéia em 1995 pelo Projeto Atlantis. O presidente da ONG, o Sr. William Rossiter, colaborou com a doação de livros, equipamentos, e com suporte financeiro para executar projetos ou para atender a eventos científicos envolvendo mamíferos aquáticos a muitos dos integrantes que passaram pelas equipes do Projeto Atlantis. Palavras nunca serão suficientes para expressar nossos agradecimentos.

 

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Entre 1996 e 1998, e novamente em 2003, a ONG Whale & Dolphin Conservation Society (WDCS), agora conhecida como Whale & Dolphin Conservation (WDC), foi responsável por financiar os primeiros estudos de foto-identificação do boto-cinza no estuário de Cananéia. Foi um engajamento de pioneirismo que fez com que a aplicação da técnica de foto-identificação de botos naquela região se tornasse um esforço de pesquisa padrão por quaisquer outros grupos de pesquisa que por ali passaram. Agradecimentos especial a Alison Smith, Vanessa Williams e Nicola Hodgins (CHECARCOS) que efetivaram a concretização dos apoios.

 

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) é a principal AF para pesquisa do Estado de São Paulo. Desde 1998 houve apoio para a realização de cinco mestrados, um doutoramento e um apoio a bolsista no programa jovem pesquisador da FAPESP com estudos exclusivamente voltados aos cetáceos. Em paralelo, quatro bolsas de iniciação científica foram utilizadas por estudantes de graduação da UNESP e da USP. Em 2011 a FAPESP, com apoio da VALE, aprovou uma proposta de pesquisa científica para monitorar a mortalidade de cetáceos no sul do Estado de São Paulo (processo 2010/51323-6; mais detalhes em PROJETO ATLANTIS). Aquele processo está também ligado ao estabelecimento de um laboratório de determinação de idade de cetáceos odontocetos por histologia. Em 2012 a FAPESP aprovou proposta de pesquisa para mapear a ocorrência, a distribuição sazonal e os movimentos de cetáceos pela costa do Estado de São Paulo (processo 2011/51543-9; mais detalhes em CRUZEIROS OCEANOGRÁFICOS). Com o apoio mencionado, a FAPESP é atualmente uma das AFs que mais investe em pesquisa e conservação de cetáceos no país.

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Entre 2004 e 2007 tivemos o apoio inesquecível da EP Earthwatch Institute (EWI). Em quatro anos, um total de 101 voluntários vieram ao Brasil para aumentar consideravelmente o número de braços e cabeças para investir na pesquisa e na conservação de cetáceos no litoral sul paulista. Foram 14 expedições de dez dias com coleta de dados, ações comunitárias e engajamento na conservação da natureza.

 

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A partir de fevereiro de 2011, quando foi estabelecido o Laboratório de Biologia da Conservação de Mamíferos Aquáticos (LABCMA), a Universidade de São Paulo (USP) também tem investido em pesquisa e conservação de cetáceos. Estamos estruturando um laboratório novo e com equipamentos da mais recente tecnologia para obter resultados cada vez mais robustos na investigação de mamíferos aquáticos. A USP também está proporcionando o apoio à criação de um programa de experiência embarcada aos alunos de graduação do Instituto Oceanográfico, que terão o privilégio de participar de ao menos uma semana de coleta e análise de dados envolvendo embarques no estuário de Cananéia (Edital INFRA-USP 2012 – projeto 212).

 

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A partir de março de 2011 o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) tem apoiado iniciativas de pesquisa do LABCMA. Inicialmente com a concessão de bolsa de produtividade em pesquisa para o coordenador do laboratório (processo número 308331/2010-9), envolvendo os estudos com capturas acidentais em operações de pesca no sul de São Paulo. Além da bolsa de produtividade em pesquisa, com o tempo bolsas de iniciação científica (PIBIC) foram implementadas para novas frentes de pesquisa. Este também é um apoio de grande importância ao LABCMA.

 

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A FUNDESPA é uma fundação de direito privado, sem fins lucrativos, criada no Instituto Oceanográfico da USP em 1989, com autonomia administrativa e financeira que apoia iniciativas de pesquisas e ações educativas de unidades da USP como o Instituto Oceanográfico. O LABCMA tem o apoio da FUNDESPA para executar projetos de pesquisa pela costa do Estado de São Paulo desde junho de 2013.